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ESCLEROSE MÚLTIPLA E O EXERCÍCIO FÍSICO (MAIO, 2021)

Em que consiste a Esclerose Múltipla?

A esclerose múltipla é uma doença neurológica, cronica e autoimune, isto significa que esta doença tenha uma reação imunitária anormal em que as células de defesa do organismo tacam o próprio sistema nervoso que causa o aparecimento de áreas localizadas de desmielinização.

A destruição da oligodendróglia, as alterações químicas nos constituintes lípidos e proteicos da mielina (material isolado que reveste os nervos) afeta a transmissão dos impulsos elétricos provocando falha ou bloqueio.

Quais são os sintomas?

1.       Fadiga;

2.       Alterações Fonoaudiológicas;

3.       Transtornos Visuais;

4.       Problemas de Equilíbrio e Coordenação;

5.       Espasticidade;

6.       Transtornos Cognitivos;

7.       Transtornos Emocionais;

8.       Controlo de Bexiga e Intestino.

 Tem cura? Existe tratamento?

Esta doença não tem cura, apenas é possível retardar a sua evolução, no entanto existe tratamento que consiste na manutenção da capacidade do paciente se mover.

O tratamento é feito á base de corticoides e exercício físico. A força influencia diretamente o estado de saúde e a capacidade física das pessoas e esta capacidade poderá ser desenvolvida por um treino contra resistência ou treino de força, onde assim desafiam os músculos em oposição a uma resistência externa.

Os benefícios do treino de força são inúmeros, como por exemplo:

§  Aumento da capacidade de produzir força; adaptações estruturais e neurais

§  Diminuição da concentração sistémica de insulina

§  Otimização metabólica

O nosso cérebro trabalha para economizar energia, no entanto se não dermos uso á massa muscular, se não nos exercitarmos iremos sofre as consequências, como perder a capacidade de produzir força, diminuição da nossa mobilidade, equilíbrio e coordenação, quando estas capacidades são perdidas o risco de lesão aumenta, a qualidade de vida diminui, tal como o risco de morte aumenta.  

 Exercício físico e Esclerose Múltipla

Deve ser utilizado métodos e protocolos padronizados, deve também ter uma frequência de 2 a 3 dias de semana com duração de 20/30 min por aula. A atividade deve ser feita com um treino de força, exercícios aeróbicos e de flexibilidade. Em especial atenção deve ser ao aumento de temperatura central.

É preciso modificar alguns hábitos inadequados de atividade física e alimentar. O exercício físico está relacionado com a redução da semiologia e de cuidado suporte. Existem algumas estratégias para o controlo da temperatura como:

§  Treinar em períodos da manhã ou final da tarde;

§  Manter-se sempre hidratado;

§  Quando necessário aplicar um pano húmido no pescoço ou nos punhos.

Durante as alterações na força muscular existe uma falha na condução de impulsos nervosos leva a uma diminuição da taxa de ativação das unidades motoras. Um dos principais impactos da diminuição de força muscular na EM é a nível dos membros inferiores que estão relacionados com a locomoção e na realização de atividades diárias.

Na fadiga entre 50 a 60% dos pacientes a fadiga considera-se o sintoma mais importante. Vários estudos indicam que a força e o condicionamento aeróbico têm uma melhoria na fadiga.

Na EM a espasticidade tem a tendência a aumentar com a duração da doença e com o aumento da incapacidade que ela causa. As pessoas com espasticidades têm rotinas de exercício físico e de relaxamento para a manutenção de amplitude do movimento.

Geralmente os grupos musculares espáticos tem uma capacidade de produção de força reduzida, tornando-se mais importante o seu fortalecimento. Por esse mesmo motivo propõem-se trabalhar o controlo de movimento. No entanto se houver controlo dos movimentos os exercícios de resistência são os mais indicados com a interrupção de qualquer sinal de prejuízo na função motora.

TREINO PARA HIPERTENSOS (ABRIL, 2021)

O exercício físico é fundamental para ter uma melhor qualidade de vida e controlar a saúde, mas os hipertensos não podem praticar todo o tipo de exercício físico e o seu treino deve ser praticado corretamente. Vamos deixar aqui algumas dicas para o ajudar:

Faça exercícios leves ou moderados

Para quem sofre de hipertensão, é ideal que inicie com exercícios leves, e com calma vá evoluindo para exercícios moderados.

É importante que tenha o acompanhamento de um Personal Trainer que sabe mais informações sobre a intensidade dos exercícios para si.

Faça Cárdio

Invista nas atividades aeróbias! O ideal é praticar em média 30 a 60 minutos por dia, 5 ou 6 dias por semana.

As atividades aeróbias auxiliam no funcionamento da circulação sanguínea de forma eficaz, e os seus benefícios começam a sentir-se logo na primeira semana!

Musculação

Se quer praticar musculação e sofre de hipertensão, é aconselhável que pratique apenas 3 a 4 vezes por semana, sempre com a orientação de um personal trainer, que coloca a resistência ideal para si.

Tenha um PT

É importante que tenha alguém que o acompanhe, acompanhe os seus resultados e não deixe que ultrapasse os seus limites.

Os exercícios físicos são um dos maiores aliados na luta contra a hipertensão, mas quando não são praticados corretamente, podem tornar-se um risco.

Quais são os verdadeiros benefícios do treino para hipertensos? 

Os exercícios físicos podem prevenir doenças mais sérias como o enfarte, o AVC e outras complicações da hipertensão.

Além disso, auxilia no controlo do peso, que tem ligação direta com o controlo da pressão arterial.

Outro fato importante, é que praticando exercício físico, os níveis de serotonina aumentam, e assim também a prevenção de depressão, tristeza e stress, que contribuem efetivamente para o controle da hipertensão.

Quais os cuidados que preciso ter antes de praticar exercícios?

Nunca deve ir para o ginásio de estômago vazio! Deve manter-se hidratado entre os exercícios, usar os equipamentos adequados e vestir roupas e ténis confortáveis.

E agora que já sabe mais sobre o exercício físico e a hipertensão, invista e comece hoje mesmo. A prática de exercício físico podem ajuda-lo a controlar esta doença.

É POSSÍVEL CORRER SEM PERDER MÚSCULO? (MARÇO, 2021)

Correr é para (quase) todos, já que é um treino de cardio que se adapta facilmente ao nível de cada pessoa. 

Pela sua prolongada duração e pelo impacto no solo,  a corrida tem um desgaste enorme sobre o organismo e pode levar à perda de massa muscular.

São dois os motivos por que tal acontece: défice de substratos e falta de oxigénio nos músculos. Para o evitar, importa manter o potencial oxidativo da célula, bem como os substratos energéticos que permitem a ressíntese do ATP.

Descompliquemos a questão: O ATP é o responsável por receber energia dos alimentos. Ora, se queremos uma maior quantidade de energia para evitar carência energética por parte dos músculos, há que aumentar o aporte da mesma, nomeadamente através da proteína. Pois quando o músculo é posto em esforço torna-se necessário destruir proteínas musculares para se produzir energia que beneficie a atividade celular. E porque durante a atividade física aeróbica intensa, como na corrida, o organismo utiliza predominantemente hidratos de carbono, a perda de massa gorda é também frequente. Dito isto, resta-nos aconselhar: foco na alimentação!

A solução? Além da atenção que a alimentação merece, deve conjugar a corrida com treinos de força. Esta é a fórmula que vai combater a redução ou mesmo a perda de força (ou músculo). Este treino produz uma melhoria na capacidade do sistema nervoso central, que consequentemente exercita os músculos de forma mais eficaz.

Trabalhar o corpo como um todo é, então, a chave para o equilíbrio físico. As horas que passamos em pé sobre a musculatura com função antigravítica é o que dificulta o aumento de músculo nos membros inferiores.

Correr obriga-o a trabalhar ambas as pernas de igual modo – o desequilíbrio não a leva a lado nenhum. Por isso, antes de correr deve incorporar movimentos unilaterais no seu treino. Fale com os nossos especialistas.

O GINÁSIO É SEGURO FACE AO COVID? (FEVEREIRO, 2021)

Sabia que um estudo, realizado em 14 países europeus, analisou mais de 62 milhões de visitas a ginásios e concluiu que a taxa média de infeção é de 0,78 por 100 mil visitas? Estes resultados vêm reforçar a ideia de que os clubes de fitness, nomeadamente em Portugal, são ambientes seguros, com risco “extremamente baixo” de disseminação do vírus Covid-19.

Desde sempre que a nossa prioridade foi, e continua a ser, a segurança de todas as pessoas que, diariamente, frequentam os nossos clubes: sócios e colaboradores. Implementámos um conjunto de medidas de segurança, seguindo escrupulosamente as indicações por parte da Direção-Geral da Saúde, mas também indo mais além nas diretrizes recomendadas. Só desta forma podemos garantir a confiança e o bem-estar de quem faz da sua saúde uma prioridade.

Os nossos sócios sabem que só assim é possível continuarmos a cuidar da nossa saúde. E a confiança demonstrada nos nossos profissionais faz-nos continuar a fazer mais e melhor, todos os dias.

Nós fazemos parte da solução!

8 DICAS PARA ABDOMINAIS PERFEITOS (JANEIRO, 2021)

Deixamos aqui 8 dicas para que consigas uma barriga perfeita e relembramos da importância do fortalecimento desta zona para a estabilidade corporal, bem como na tua locomoção.

Para além de privilegiares o exercício aeróbio (consumidor de calorias e que irá eliminar gordura abdominal) e o reforço muscular (para definição dos teus músculos), existem outros conselhos que deves seguir:

1 – Assegura um funcionamento pleno dos teus intestinos; quando a digestão decorre corretamente e assimilas os alimentos de forma adequada, o teu sistema imunológico e tua qualidade de vida melhoram. Consome um ou dois iogurtes por dia, ricos em lactobacilos vivos. Privilegia as verduras e hortaliças ricas em fibras. Evitarás a prisão de ventre e favorecerás um correto funcionamento intestinal. O ser humano pode chegar a produzir entre 4 e 5 litros de gás por dia. O stress, a má digestão, a intolerância ou a alergia a certos alimentos podem prejudicar esse sistema e fazer com que estômago inche e pareça ter tendência de acumular gorduras na região abdominal. Segue uma alimentação controlada para minimizar a produção de gases.

2 – Hidrata-te corretamente; As recomendações de quantidade de ingestão diária de água oscilam entre os 1,5L e os 3L (tendo em conta que praticas exercício regular e pelo menos moderadamente intenso). Distribui essa quantidade pelo dia e não bebas demasiada água de seguida apenas para cumprir a meta. Isso poderá provocar uma distensão dos músculos abdominais e problemas digestivos.

3 – Privilegia os alimentos integrais; prefere massas, bolachas, cereais e pão integral. A farinha branca ou refinada é pobre em fibras e nutrientes e pode causar inchaços abdominais.

4 – Troca o sal pelas ervas aromáticas e pelo limão; O sal aumenta o teu peso. Como? O sal provoca o inchaço das células, que retêm água para diluir o excesso de sódio, contribuindo para a retenção de líquidos no teu corpo, particularmente no abdómen e glúteos. Procura temperar as tuas receitas com ervas aromáticas e sumo de limão.

5 – Controla a tua respiração; Ao inspirar e expirar, podes exercitar os teus músculos abdominais. Aprende a fazer respiração abdominal (através de técnicas de ioga); conseguirás utilizar os músculos peitorais, pélvicos e abdominais sempre que inspirares. Muito interessante, se considerarmos que inspiras cerca de 10 000 a 15 000 vezes por dia.

6 – Toma chás digestivos; Agora que o verão está em vias de extinção e o tempo frio se aproxima, sabe bem um chá quente. Uma infusão com certos tipos de erva pode ajudar a digestão. Varia entre o chá verde, a menta, o dente-de-leão etc.

7 – Come tranquilamente; Quando comes muito rápido, ingeres demasiado ar juntamente com os alimentos. Este ar ocupa espaço no estômago e dificulta a digestão. Mastiga bem e alimenta-te devagar.

8 – Descansa bem; O descanso é parte fundamental de uma vida saudável. Se não respeitares as horas necessárias de sono (entre seis e oito horas), terás dificuldades em manter-te alerta e ganharás quilos com mais facilidade. As pessoas que dormem muito pouco costumam ter ataques compulsivos de fome, ingerem alimentos mais gordurosos e demoram mais tempo até se sentirem saciadas.